Tempo est. de leitura: 23 minutos Atualizado em 03.11.2026

Sumário

Para escolher um MDM (Mobile Device Management) para equipes de campo, comece pela operação: quantos aparelhos existem, em quais sistemas, onde o sinal falha, quais aplicativos são indispensáveis e em quais horários a equipe trabalha. Com isso em mãos, procure uma plataforma que configure os aparelhos à distância, prenda o celular aos aplicativos de trabalho quando necessário, controle uso por local e horário, mostre a localização com regras claras e tenha suporte no horário da operação.

A Urmobo gerencia celulares e tablets Android e iOS de equipes externas no mesmo console que notebooks, coletores e demais dispositivos da empresa. A plataforma é Android Enterprise Recommended, certificada ISO/IEC 27001 e oferece suporte em português, de segunda a sexta, das 8h às 22h, sem custo adicional.

Este guia organiza a escolha em etapas: os sinais de que o campo precisa de MDM, as perguntas de diagnóstico, os recursos que equipes externas costumam exigir, as diferenças entre Android e iOS, os cuidados com localização e LGPD, os erros mais comuns e um roteiro de piloto.

EM RESUMO

•     Equipes de campo precisam de MDM com configuração remota, controle de aplicativos, regras por local e horário e localização, não só de inventário.

•     Um diagnóstico com perguntas sobre aparelhos, sinal, aplicativos e horários define os requisitos antes de qualquer contratação.

•     A Urmobo gerencia Android, iOS, macOS, Windows, Windows Server, Windows CE/Mobile, Linux e ChromeOS em um único console, com suporte em português.

•     Um piloto com poucos aparelhos e critérios de aceite definidos comprova a escolha antes da implantação completa.

Por que o celular de campo exige uma gestão diferente

Quando a operação externa depende de celulares corporativos, o aparelho deixa de ser um item de TI e passa a ser a ferramenta de trabalho do vendedor, do técnico, do entregador ou do motorista. Se ele trava, perde a configuração ou fica sem bateria, a visita não acontece, o pedido não é registrado e a ordem de serviço não é fechada.

No escritório, a TI resolve um problema indo até a mesa do colaborador. No campo, o aparelho pode estar a centenas de quilômetros, em área com sinal fraco, nas mãos de alguém sem conhecimento técnico. Por isso, a gestão de dispositivos de campo precisa funcionar à distância do começo ao fim: da configuração inicial ao suporte, da atualização à resposta a perda ou roubo.

Sinais de que a equipe de campo precisa de MDM

Uma equipe de campo precisa de MDM quando os celulares corporativos saem da sede sem padrão de configuração, quando o gestor não sabe onde estão os aparelhos e quando aplicativos pessoais disputam espaço com as ferramentas de trabalho. Esses sintomas aumentam em parques mistos de Android e iOS, em que cada aparelho exige ajuste manual e o controle depende de planilhas ou de visitas técnicas.

Aparelhos configurados um a um

Quando cada celular precisa ser preparado manualmente, o custo cresce junto com o número de aparelhos. Imagine um time de assistência técnica que recebe 40 aparelhos novos e leva 15 minutos para configurar cada um: são 10 horas de trabalho de TI antes de o primeiro técnico sair para a rua. Com registro automático, o aparelho corporativo recebe configuração, aplicativos e políticas ao ser ligado com internet.

Falta de controle sobre dados e aplicativos

Sem política centralizada, o colaborador pode instalar aplicativos não autorizados, desativar configurações de segurança ou manter dados da empresa em aplicativos pessoais. O MDM permite bloquear instalações, impor senha e aplicar as mesmas regras a todos os aparelhos, onde quer que estejam.

Gasto com dados e uso fora do horário

Parte do gasto com franquia de dados nasce do uso pessoal do aparelho corporativo. Regras por horário, que liberam ou bloqueiam aplicativos conforme o expediente, ajudam a separar o uso operacional do pessoal. Relatórios de consumo de dados mostram onde está o excesso.

Aparelhos perdidos e sem dono definido

Quando a planilha de controle não bate com os aparelhos em uso, é sinal de equipamentos sem responsável, extraviados ou parados em gavetas. Inventário automático e termo de responsabilidade vinculado ao colaborador resolvem esse ponto.

Suporte que depende de o aparelho voltar à sede

Se cada problema exige que o colaborador traga o aparelho ou que um técnico vá até ele, a operação para. Acesso remoto, chat com o usuário e abertura de chamados pelo próprio console encurtam esse ciclo.

Perguntas para diagnosticar o parque de dispositivos

Antes de comparar plataformas, responda a um conjunto curto de perguntas sobre a própria operação. As respostas definem o escopo do projeto, o orçamento e o nível de automação necessário, e evitam contratar recursos que a equipe nunca vai usar.

Pergunta Por que importa O que observar
Quantos aparelhos Android e iOS existem? Define o porte da licença e a prioridade de cada sistema Separar aparelhos atuais de compras previstas
Quais modelos e versões estão em uso? Aparelhos muito antigos podem ter limitações de gerenciamento Comparar com o que o fornecedor suporta em cada sistema
Há coletores ou equipamentos robustos? Dispositivos industriais têm requisitos próprios, como configuração do leitor e firmware Verificar se o MDM cobre esses modelos
Os aparelhos ficam sem sinal por longos períodos? As políticas precisam continuar valendo sem conexão Testar sincronização em áreas de cobertura ruim
Quais aplicativos são indispensáveis e quais devem ser bloqueados? Determina o uso de modo dedicado (kiosk) ou de listas de permissão Listar os aplicativos antes da configuração
O aparelho é da empresa ou do colaborador? Define o modo de registro e o nível de controle permitido Separar aparelhos corporativos, compartilhados e pessoais
A operação roda aos sábados ou à noite? O suporte precisa acompanhar a escala real Comparar o horário de atendimento com os turnos
Qual nível de localização é aceitável? Localização envolve privacidade e LGPD Definir finalidade, frequência e comunicação ao colaborador
Quem dá suporte ao colaborador no campo? Sem responsável definido, o chamado se perde Definir fluxo de atendimento e escalonamento

Inventário e versões

O inventário mostra o tamanho real do problema. Compare o número de aparelhos com o que está registrado no controle atual: diferenças costumam indicar aparelhos perdidos ou sem responsável definido. Anote modelo, fabricante e versão do sistema de cada grupo, porque isso define o que dá para gerenciar e o que precisa ser trocado.

Conectividade e operação sem sinal

Em estradas, armazéns e zonas rurais, o sinal pode cair por horas. Verifique se as políticas continuam aplicadas sem internet, como os dados de uso e localização são sincronizados quando a conexão volta e onde estão as áreas de sinal mais fraco da operação.

Aplicativos, horários e uso pessoal

Liste os aplicativos corporativos e os que precisam ser bloqueados. Se o uso pessoal é o principal problema, o recurso mais útil costuma ser o modo dedicado, que restringe o aparelho aos aplicativos da operação. Se a equipe pode usar o celular para fins pessoais fora do expediente, regras por horário são mais adequadas.

Localização, privacidade e custos

Defina antes o que será monitorado, com qual frequência e com qual finalidade. A localização de aparelhos corporativos deve ter política de uso informada ao colaborador e ficar restrita ao objetivo operacional, como confirmar visitas, planejar rotas ou encontrar um aparelho perdido.

Recursos que equipes externas costumam exigir

A tabela resume os recursos mais pedidos por operações de campo e como a Urmobo atende cada um. A disponibilidade exata varia por sistema operacional e por plano, por isso cada item deve ser confirmado na demonstração.

Recurso Para que serve no campo Na Urmobo
Configuração remota Entregar o aparelho pronto, sem preparar um a um Registro pelo Android Enterprise, com aplicativos e políticas aplicados por grupo
Modo dedicado (kiosk) Prender o aparelho aos aplicativos de trabalho Kiosk com launcher customizado, inclusive por funcionário, e autenticação por código, crachá, RFID, Azure AD ou reconhecimento facial
Regras por local, horário e rede Liberar ou bloquear o aparelho ou apps conforme onde e quando a equipe está Geofence, timefence e Wi-Fi fence, com bloqueio total ou seletivo de aplicativos
Localização e rotas Confirmar visitas, apoiar rotas e encontrar aparelhos Localização individual, por grupo ou por entidade, rastreamento e relatório de distâncias percorridas
Conectividade Entender onde o sinal falha e controlar o consumo Mapa de calor de sinal, monitoramento e auditoria de consumo de dados, configuração de APN e de eSIM
Bateria e saúde do aparelho Evitar que o aparelho apague no meio do expediente Monitoramento e auditoria de bateria, temperatura, memória e status
Distribuição de aplicativos Instalar e atualizar apps sem depender do colaborador Instalação automática, apps privados pela Google Play gerenciada ou pelo agente Urmobo, configuração gerenciada
Suporte remoto Resolver problemas sem trazer o aparelho à sede Acesso e controle remoto, chat individual ou em grupo e help desk com histórico de chamados
Perda e roubo Proteger dados e localizar o aparelho Bloqueio, limpeza remota, cadastro de perda e roubo e modo de rastreamento
Atualização de firmware Atualizar aparelhos robustos sem recolher FOTA em modelos compatíveis de Zebra, Honeywell, Datalogic e Bluebird e linhas robustas Samsung via Knox
Responsabilidade e manutenção Saber quem está com cada aparelho e controlar consertos Termos de responsabilidade, cadastro de funcionários e linhas, envio para reparo e ordens de serviço

Configuração remota e perfil de trabalho

No Android, o registro pelo Android Enterprise define quanto a empresa controla. Em aparelhos corporativos de uso exclusivo, o dispositivo é totalmente gerenciado. Quando o colaborador usa o próprio celular, o perfil de trabalho separa aplicativos e dados da empresa dos pessoais no mesmo aparelho, sem dar à TI acesso à área pessoal. Esse modelo protege as informações corporativas sem invadir a vida privada do colaborador, o que facilita a adesão da equipe. A Urmobo é Android Enterprise Recommended, programa do Google que valida soluções de gerenciamento.

Aparelho compartilhado por turno

Em operações em que o mesmo aparelho passa por vários colaboradores, como coletores de armazém ou tablets de veículos, o kiosk por funcionário mostra a cada pessoa só os aplicativos da sua função, depois de uma identificação por código, crachá, RFID ou reconhecimento facial. Isso também deixa registrado quem estava com o aparelho em cada momento.

Regras por local, horário e rede

Geofence é uma cerca virtual em torno de um endereço ou região. Timefence é a mesma ideia aplicada a horários. Wi-Fi fence usa a rede conectada. Com essas regras, a empresa pode bloquear o aparelho ou apenas alguns aplicativos fora da área de atuação, fora do expediente ou fora da rede da empresa. Para entender a tecnologia em detalhe, veja o guia de geofencing.

Distribuição e bloqueio de aplicativos

Aplicativos internos enviados por link ou por arquivo avulso são uma fonte comum de risco e de versões desatualizadas. A Urmobo instala apps privados pelo agente de gestão ou pela Google Play gerenciada e permite bloquear a instalação por fora, com políticas que impedem o usuário de liberar fontes desconhecidas no aparelho corporativo.

Relatórios para a gestão

Relatórios de uso ajudam a identificar aparelhos parados, justificar renovações e encontrar desperdício. Na Urmobo, a central de relatórios dinâmicos reúne inventário, equipamentos inativos, localização, distâncias percorridas, bateria, chamadas, uso de aplicativos e consumo de dados. Vale verificar se o nível de detalhe atende ao que a diretoria pede, como consumo por equipe ou por região.

Suporte no horário da operação

O suporte técnico precisa acompanhar a escala real da equipe. A Urmobo oferece suporte em português das 8h às 22h, de segunda a sexta, exceto feriados, sem custo adicional. Segundo dados de atendimento da própria empresa, o suporte registra 94,61% de satisfação e 39 segundos para a primeira resposta. Operações que trabalham aos sábados ou em turnos noturnos devem combinar como os chamados nesses horários serão tratados.

Configuração por perfil de equipe de campo

Cada perfil de campo pede uma combinação diferente de recursos. A tabela abaixo serve como ponto de partida para o piloto.

Perfil Aparelho típico Configuração mais comum
Vendas externas Celular ou tablet corporativo Totalmente gerenciado ou COPE, aplicativos de pedido e CRM liberados, regras por horário, localização para confirmar visitas
Assistência técnica Celular corporativo, às vezes robusto Totalmente gerenciado, aplicativo de ordem de serviço, acesso remoto para suporte, chat com a central
Entregas e transporte Celular ou tablet de veículo, muitas vezes compartilhado Kiosk com troca de operador, geofence nas rotas, mapa de sinal, monitoramento de bateria
Logística em armazém Coletor de dados robusto Kiosk por funcionário, FOTA, emulador de terminal para sistemas legados, Wi-Fi fence
Equipes em aparelho próprio Celular pessoal do colaborador Perfil de trabalho (BYOD), sem localização da área pessoal, apenas aplicativos corporativos gerenciados

Android e iOS no campo: o que muda

Os dois sistemas têm mecanismos de gestão diferentes. A Apple define o que um administrador pode controlar em iPhones e iPads, e alguns recursos que existem no Android não existem ou funcionam de forma parcial no iOS. Já o Android varia por fabricante e modelo, o que pesa em aparelhos robustos.

Na Urmobo, celulares Android, iPhones e iPads ficam no mesmo console, nos mesmos grupos e relatórios. Recursos como kiosk por funcionário, cercas por local e horário, FOTA e configurações de fabricante são típicos do Android. No iOS, a empresa mantém inventário, aplica políticas Apple e distribui aplicativos. Por isso, o piloto deve testar cada recurso nos dois sistemas, sem supor que o que funciona em um funciona igual no outro.

Localização, privacidade e LGPD

Localizar aparelhos corporativos é legítimo quando há finalidade clara, mas exige cuidado com a privacidade do colaborador. Boas práticas incluem:

•     definir por escrito a finalidade da localização, como confirmar visitas, planejar rotas ou recuperar um aparelho perdido;

•     informar a equipe sobre o que é coletado, quando e por quê;

•     limitar a coleta ao horário de trabalho, usando regras por horário;

•     não localizar a área pessoal em aparelhos BYOD;

•     restringir quem pode consultar os dados de localização no console e manter registro desses acessos.

Mais detalhes em como monitorar e rastrear dispositivos móveis respeitando a LGPD.

Erros comuns ao escolher um MDM para o campo

Os erros mais frequentes são escolher pelo preço da licença, ignorar o suporte local, não testar a conectividade em áreas de sinal ruim, esquecer a distribuição de aplicativos internos e supor que todos os recursos existem igualmente em Android e iOS. Cada um gera custo que só aparece depois da implantação.

Decidir só pelo preço da licença

Licença barata pode esconder custos de implantação, treinamento e suporte fora do horário comercial. Calcule o custo total considerando o tempo de configuração por aparelho, o suporte necessário e o retrabalho provocado por falhas de bloqueio.

Tratar Android e iOS como equivalentes

Um recurso de modo dedicado pode funcionar de forma completa em um sistema e parcial no outro. A validação deve ser feita nos dois.

Testar só no escritório

Um piloto feito com aparelhos na sede, com Wi-Fi bom e TI por perto, não revela os problemas das rotas mais difíceis. Teste nas áreas de sinal fraco e nos horários reais da equipe.

Manter aplicativos distribuídos por link

Aplicativos enviados por link ou arquivo avulso dificultam o controle de versão e abrem espaço para instalações não autorizadas. Além disso, o Google passou a exigir a verificação de identidade dos desenvolvedores de aplicativos Android, com aplicação iniciada no Brasil em 30 de setembro de 2026, segundo a documentação oficial do Android. Centralizar a distribuição no console e confirmar com o desenvolvedor de cada app interno se o cadastro está em dia evita surpresas.

Ignorar o suporte local e a forma de contratação

Confirme o idioma e o horário do suporte, a moeda de cobrança e como funciona a nota fiscal. Esses pontos afetam a rotina técnica e financeira da empresa durante todo o contrato.

Perguntas para fazer ao fornecedor

1.   Quais recursos funcionam em Android e quais funcionam em iOS?

2.   Como o aparelho corporativo novo é registrado sem configuração manual?

3.   O modo kiosk permite troca de operador por turno?

4.   É possível bloquear apenas alguns aplicativos fora do horário ou da área de atuação?

5.   Como a localização é coletada e como restringir quem pode ver?

6.   As políticas continuam valendo sem conexão? Como os dados são sincronizados depois?

7.   Há relatório de consumo de dados e de sinal por região?

8.   Quais modelos robustos têm atualização de firmware remota?

9.   Qual é o horário do suporte, em que idioma e com que custo?

10.Posso testar com os meus aparelhos antes de contratar?

Próximo passo: piloto com poucos aparelhos

Um piloto com 10 a 30 aparelhos, distribuídos entre dois ou três perfis de campo e cobrindo Android e iOS, permite validar o MDM antes do contrato para todo o parque. O teste deve cobrir registro, bloqueios, regras por local e horário, localização, operação sem sinal e atendimento.

Montando o grupo piloto

Escolha colaboradores de funções diferentes, como vendas, técnicos e logística, e inclua pelo menos um aparelho de cada sistema operacional e de cada modelo relevante. Um grupo que reúna só o perfil mais simples não revela os problemas das rotas mais difíceis.

Critérios de aceite

Defina metas antes de começar e registre o resultado de cada uma:

•     aparelhos corporativos configurados sem intervenção manual;

•     bloqueios e listas de aplicativos aplicados em todos os modelos do piloto;

•     regras por local e horário funcionando nas rotas reais;

•     políticas mantidas em áreas sem sinal e dados sincronizados na volta da conexão;

•     aplicativo interno atualizado pelo console em todos os aparelhos;

•     aparelho simulado como perdido bloqueado e localizado;

•     chamados de suporte respondidos no horário combinado.

Documentar esses critérios evita que a decisão seja tomada por impressão.

Levando o diagnóstico para a demonstração

Com o diagnóstico em mãos, leve as respostas para uma demonstração técnica e use o roteiro de perguntas deste artigo para comparar as respostas com a realidade da sua operação. A Urmobo oferece teste grátis de 15 dias para rodar o piloto com os seus aparelhos.

Perguntas frequentes

MDM e UEM são a mesma coisa?

Não. O MDM gerencia celulares e tablets. A UEM (Unified Endpoint Management) gerencia também notebooks, desktops, servidores e equipamentos especializados no mesmo console. A Urmobo é uma UEM: os celulares de campo ficam no mesmo painel dos demais dispositivos da empresa.

Dá para gerenciar o celular pessoal do vendedor?

Sim, pelo perfil de trabalho do Android Enterprise, que isola aplicativos e dados da empresa. A área pessoal fica fora do controle e da localização da TI.

O MDM consegue bloquear o celular fora do expediente?

Sim. Com timefence, a Urmobo bloqueia o aparelho inteiro ou apenas alguns aplicativos fora dos horários definidos.

Como funciona o suporte a um aparelho que está longe?

Pelo console, a TI acessa o aparelho remotamente, conversa com o colaborador por chat e registra o atendimento no help desk, sem precisar que o aparelho volte à sede.

A Urmobo gerencia coletores e aparelhos robustos?

Sim. Coletores e dispositivos robustos Android ficam no mesmo console, com kiosk, configurações do fabricante e FOTA nos modelos compatíveis. Coletores com Windows CE/Mobile também são gerenciados. Veja mais em FOTA para coletores Android.

Quem é a Urmobo?

A Urmobo é uma empresa brasileira de gerenciamento unificado de endpoints, com 9 anos de mercado, mais de 700 clientes e presença em 11 países da América Latina. É Android Enterprise Recommended e certificada ISO/IEC 27001.

Para conhecer os riscos de operar sem controle de dispositivos em campo, leia também dispositivos móveis em campo e risco operacional. Para receber uma demonstração com os seus cenários, fale com a Urmobo.

Perguntas frequentes

O que é MDM para equipes de campo?

MDM para equipes de campo é um sistema de gestão de dispositivos móveis que configura, protege e controla celulares corporativos usados por vendedores, técnicos e motoristas fora da sede. Ele permite provisionar aparelhos remotamente, bloquear instalações não autorizadas, definir políticas de senha e acompanhar a localização para fins operacionais. Em frotas mistas de Android e iOS, o MDM substitui a configuração manual de cada aparelho e a dependência de planilhas ou visitas técnicas, reduzindo o custo de TI e o risco de dados da empresa em aplicativos pessoais.

Qual é o melhor MDM para empresas com celulares Android e iOS em operação de campo no Brasil?

O melhor MDM depende do diagnóstico da própria operação, e não apenas do catálogo de funcionalidades. Antes de comparar fornecedores, o gestor deve verificar se a plataforma gerencia Android e iOS no mesmo console, oferece provisionamento remoto, modo dedicado, políticas que funcionam offline, suporte em português no horário da jornada e cobrança em reais com nota fiscal nacional. A Urmobo, por exemplo, gerencia Android, iOS, Windows, macOS, Linux e ChromeOS em um único console, com suporte em português. Ainda assim, o ideal é validar esses pontos em um piloto antes da contratação.

Quais sinais indicam que uma equipe de campo precisa de MDM?

Os principais sinais são celulares corporativos que saem da sede sem padrão de configuração, gestores que não sabem onde os aparelhos estão e aplicativos pessoais disputando espaço com as ferramentas de trabalho. Também é um sinal forte quando cada aparelho exige ajuste manual: um time que recebe 40 aparelhos e leva 15 minutos para configurar cada um gasta cerca de 10 horas de trabalho de TI antes de o primeiro técnico sair para a rua. Gastos elevados com franquia de dados e horas extras causados por uso pessoal durante a jornada também indicam a necessidade de controle.

Quais perguntas devo fazer para diagnosticar a frota antes de escolher um MDM?

Faça sete perguntas: quantos aparelhos Android e iOS existem, quais versões de sistema operacional estão em uso, se há coletores ou equipamentos rugged, se os aparelhos ficam sem sinal por longos períodos, quais aplicativos são indispensáveis e quais devem ser bloqueados, se a operação roda aos sábados ou à noite e qual nível de rastreamento é aceitável. As respostas definem o escopo do projeto, o orçamento e o nível de automação necessário. Compare o inventário real com o registrado em planilhas, porque diferenças costumam indicar aparelhos perdidos ou sem responsável definido.

O MDM precisa funcionar sem internet em áreas de campo?

Sim, em operações com sinal instável, o MDM deve aplicar políticas e receber atualizações mesmo sem conexão constante, além de sincronizar os dados de uso depois que o aparelho voltar a ter cobertura. Estradas, armazéns e zonas rurais podem ficar sem sinal por horas. Para validar esse requisito, teste a sincronização em áreas de cobertura ruim durante o piloto e confirme se as regras de bloqueio continuam ativas nesse período.

Qual a diferença entre MDM e modo dedicado para aparelhos de campo?

O MDM é o sistema completo de gestão, que configura, protege e monitora os aparelhos. O modo dedicado, também chamado de quiosque, é um recurso dentro dessa gestão que restringe o aparelho aos aplicativos da operação. Ele é mais útil quando o principal problema é o uso pessoal do celular corporativo durante a jornada. Vale lembrar que esse recurso pode funcionar de forma completa no Android e de forma parcial no iOS, por isso deve ser testado nos dois sistemas.

Como o MDM ajuda a separar uso pessoal e uso corporativo no celular da equipe externa?

No Android, o perfil de trabalho separa aplicativos e informações corporativas dos pessoais no mesmo aparelho, protegendo os dados da empresa sem invadir o uso pessoal do colaborador. Em operações que usam horários definidos, algumas soluções também permitem liberar cada aplicativo apenas em determinados períodos, ajudando a separar o uso operacional do pessoal. Essa separação facilita a adesão da equipe, porque o colaborador entende quais partes do aparelho são monitoradas e para qual finalidade.

Como fazer um piloto de MDM com poucos aparelhos antes da contratação?

Um piloto com 10 a 30 aparelhos, distribuídos entre dois ou três perfis de campo como vendas, técnicos e logística, permite validar o MDM em algumas semanas. Inclua pelo menos um aparelho de cada sistema operacional e defina critérios de aceite antes de começar, como configuração sem intervenção manual, bloqueios aplicados em todos os modelos, localização registrada em área sem sinal e chamados resolvidos dentro do horário combinado. O teste deve cobrir provisionamento, bloqueios, localização, operação offline e atendimento antes de qualquer contrato para a frota completa.

Quais erros evitar ao escolher um MDM para equipes externas?

Os erros mais comuns são decidir apenas pelo preço da licença, ignorar o suporte em português, não testar a conectividade em áreas de sinal ruim, esquecer a distribuição de aplicativos internos e presumir que os recursos existem igualmente em Android e iOS. Licenças baratas podem esconder custos de implantação, treinamento e suporte fora do horário comercial. Também é importante evitar a instalação de apps por links ou arquivos avulsos, que são uma fonte comum de risco, e preferir distribuição pelo console de gestão ou pela Google Play gerenciada.

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