Tempo est. de leitura: 4 minutos Atualizado em 12.01.2026

Por muito tempo, o conceito de risco corporativo esteve associado a variáveis financeiras, regulatórias ou de mercado. A tecnologia, vista como meio para eficiência e crescimento, raramente aparecia nesse debate. Esse cenário mudou.

No artigo publicado na InfoMoney, Vinicius Oliverio, fundador da Urmobo, chama atenção para um risco que hoje atravessa praticamente todas as organizações: a dependência excessiva de tecnologia, plataformas e fornecedores.

Não se trata de demonizar a inovação, mas de reconhecer que, quando a tecnologia passa a concentrar processos críticos, qualquer falha deixa de ser um problema técnico e se transforma em um risco de negócio.

Quando eficiência vira fragilidade

A adoção de plataformas digitais trouxe ganhos inegáveis de escala, automação e velocidade. Ao mesmo tempo, criou estruturas cada vez mais complexas e interdependentes. Em muitos casos, dados, sistemas e fluxos operacionais ficam concentrados em poucos fornecedores, sem alternativas claras ou planos de contingência bem definidos.

Essa dependência costuma ser invisível enquanto tudo funciona. Ela só se revela quando há uma indisponibilidade, uma mudança unilateral de regras ou uma falha em cadeia. Nesse momento, a empresa percebe que perdeu autonomia sobre partes fundamentais da operação.

Dependência tecnológica também é um tema de governança

O ponto central da reflexão proposta por Vinicius vai além da tecnologia em si. A dependência excessiva reduz a capacidade de decisão, limita a flexibilidade estratégica e enfraquece a governança.

Quando não há visibilidade suficiente sobre como a operação funciona, ou quando a organização não consegue reagir rapidamente a falhas externas, o impacto deixa de ser operacional. Ele passa a atingir reputação, confiança e até a sustentabilidade do negócio.

Em ambientes digitais distribuídos, esse tipo de fragilidade tende a se amplificar.

O efeito direto nas operações distribuídas

Empresas com operações de campo, logística, varejo ou equipes externas sentem esse risco de forma ainda mais concreta. A continuidade do negócio depende de dispositivos, conectividade, sistemas e integrações funcionando de maneira consistente.

Uma falha de fornecedor, uma atualização mal conduzida ou uma indisponibilidade inesperada pode interromper processos críticos em questão de minutos. É nesse ponto que a dependência tecnológica deixa de ser um conceito abstrato e passa a impactar diretamente o dia a dia da operação.

Onde essa reflexão se conecta à visão da Urmobo

A discussão levantada no artigo dialoga com uma premissa central da Urmobo: tecnologia precisa gerar eficiência sem comprometer controle e governança. Reduzir dependência não significa eliminar plataformas ou inovação, mas garantir visibilidade, padronização e capacidade de resposta.

Ambientes bem gerenciados, com políticas claras e operação previsível, tendem a ser mais resilientes mesmo em cenários altamente digitalizados. A gestão adequada de dispositivos e da mobilidade corporativa ajuda a evitar que toda a operação fique concentrada em uma única “caixa-preta”.

Resiliência passa a ser um critério estratégico

Empresas mais maduras já não avaliam tecnologia apenas pelo ganho imediato de eficiência. Elas consideram também a capacidade de adaptação, a autonomia operacional e a facilidade de reagir quando algo sai do esperado.

A dependência tecnológica só se torna um risco quando é invisível. Quando é reconhecida, monitorada e bem gerida, ela pode ser mitigada e incorporada à estratégia de longo prazo.

Um alerta oportuno para líderes de negócio e tecnologia

À medida que a tecnologia se torna parte estrutural do negócio, os riscos associados a ela deixam de ser apenas técnicos. Eles passam a ser corporativos.

O artigo de Vinicius funciona como um alerta necessário para líderes que precisam equilibrar inovação, eficiência e controle em um ambiente cada vez mais dependente de tecnologia — sem perder de vista a resiliência e a capacidade de decisão.

Leia o artigo original completo na InfoMoney.

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