Sumário
A perda de dispositivos corporativos é um dos riscos mais caros e subestimados para empresas. Muito além do valor do hardware, esse tipo de incidente impacta diretamente segurança da informação, conformidade regulatória, produtividade e custos operacionais.
Todos os anos, dispositivos corporativos perdidos ou roubados geram prejuízos globais impressionantes. Segundo um estudo da HP Wolf Security, o custo de reposição de um laptop gira em torno de US$ 2.272 por dispositivo — o que representa mais de US$ 234 mil anuais por empresa e cerca de US$ 8,6 bilhões em perdas globais.
Mas esses números contam apenas parte da história. Eles refletem o custo do hardware. O verdadeiro impacto costuma começar depois que o dispositivo desaparece.
O problema se agrava quando observamos o tempo de resposta. Em média, funcionários levam 25 horas para relatar o extravio de um dispositivo. Esse intervalo é mais do que suficiente para que um invasor explore dados sensíveis, roube credenciais ou acesse sistemas internos.
Ainda assim, muitas organizações tratam a perda de um único dispositivo como um inconveniente pontual — algo resolvido com a compra de um novo equipamento. Na prática, o prejuízo vai muito além.
O que está em jogo não é apenas o endpoint, mas tudo o que ele carrega: informações corporativas, acessos, dados de clientes, produtividade e confiança. Substituir o aparelho é simples. Gerenciar as consequências, não.
A maioria dos orçamentos de TI já prevê a substituição de dispositivos perdidos ou danificados. O que poucas empresas consideram é o que acontece depois — quando surgem exposição de dados, tempo de inatividade, impactos de compliance e riscos à reputação.
Por trás de um único endpoint perdido ou roubado, existe uma série de custos invisíveis que se acumulam silenciosamente e frequentemente superam o valor do hardware.
Quando um dispositivo desaparece, o problema raramente fica restrito ao time de TI. Um endpoint perdido pode rapidamente se transformar em um incidente de segurança, desencadeando obrigações legais e regulatórias: notificações a clientes, relatórios formais de violação, análises jurídicas e, em muitos casos, multas.
Dependendo do setor, a perda de um único dispositivo pode colocar a empresa sob o escrutínio de regulamentações como LGPD, ISO 27001 e outras normas que exigem respostas rápidas e evidências claras de controle.
Além da conformidade, há um fator ainda mais sensível: a confiança do cliente. Construída ao longo de anos, ela pode ser abalada em poucas horas após um incidente mal gerenciado.
O mesmo estudo da HP indica que, em média, são necessárias 25 horas até que a área de TI seja notificada sobre a perda de um dispositivo. Esse atraso crítico aumenta drasticamente o risco de vazamento de dados.
A partir desse momento, inicia-se uma corrida contra o relógio:
O resultado costuma ser um cenário caótico, que consome tempo, foco e recursos — indo muito além do simples custo de reposição.
Além do impacto operacional, existe um custo ainda mais difícil de mensurar: a reputação. Incidentes envolvendo dispositivos perdidos podem enfraquecer a confiança de clientes, parceiros e do próprio mercado.
Em muitos casos, o dano mais duradouro é intangível: a credibilidade, que leva anos para ser construída, mas pode ser comprometida em um único episódio de exposição de dados.
O trabalho remoto e híbrido se tornou padrão e adicionou uma camada extra de complexidade à gestão de endpoints. Segundo pesquisas do setor, 49% dos funcionários já precisaram recorrer a dispositivos pessoais ou emprestados quando seus equipamentos corporativos ficaram indisponíveis.
À medida que os endpoints transitam entre residências, escritórios, coworkings e redes públicas, a visibilidade da TI diminui e os riscos aumentam.
Esse cenário introduz desafios silenciosos, como:
O rastreamento de dispositivos não serve apenas para recuperação física. Ele é, acima de tudo, uma forma de proteger dados corporativos e reduzir riscos.
Plataformas modernas de UEM (Unified Endpoint Management) e MDM (Mobile Device Management) permitem que a equipe de TI atue imediatamente quando um dispositivo é sinalizado como extraviado, com recursos como:
Mesmo que o hardware nunca seja recuperado, a empresa não precisa perder informações confidenciais ou controle sobre seus sistemas.
No momento em que um endpoint desaparece, visibilidade é a primeira linha de defesa. Quanto mais rápido a TI identifica, localiza e responde, menores são as chances de que um extravio evolua para um incidente grave.
Plataformas como a Urmobo oferecem:
Com isso, a resposta se torna mais rápida, eficiente e previsível.
Quando a recuperação física não é garantida, a velocidade se torna a melhor defesa. Soluções modernas de UEM permitem ações remotas imediatas para conter danos.
A equipe de TI pode:
Empresas que combinam rastreamento com resposta remota conseguem reduzir drasticamente o impacto financeiro, operacional e regulatório desses incidentes.
Dispositivos que não são devolvidos, permanecem inativos ou não são desativados corretamente — os chamados dispositivos fantasmas — representam riscos silenciosos e custos recorrentes.
Uma gestão eficiente do ciclo de vida dos endpoints permite:
Quando o assunto é perda de dispositivos corporativos, prevenção é uma das estratégias mais econômicas. Investir em rastreamento, controle e resposta remota custa significativamente menos do que lidar com as consequências de uma violação de segurança.
Soluções modernas de gestão de endpoints oferecem algo essencial: visibilidade e controle em tempo real. Isso reduz o tempo de resposta, minimiza riscos e evita prejuízos de longo prazo.
Plataformas como a Urmobo ajudam empresas a transformar cada dispositivo em um endpoint gerenciável, rastreável e protegido, independentemente de onde os colaboradores estejam.
Entre os principais recursos estão:
Em um cenário onde dispositivos circulam fora do escritório todos os dias, perder um endpoint não pode significar perder controle.
Plataformas UEM ajudam empresas a gerenciar, rastrear e proteger dispositivos corporativos em ambientes híbridos.
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Porque o risco real envolve dados, credenciais, conformidade e reputação. Um único endpoint fora de controle pode gerar multas, violações e perda de confiança.
Além do custo médio de reposição de US$ 2.272, impactos como tempo de inatividade, resposta a incidentes e riscos regulatórios podem elevar significativamente o prejuízo.
São endpoints não devolvidos ou não desativados corretamente, que permanecem no ambiente sem controle, criando riscos de segurança e custos desnecessários.
Com rastreamento contínuo, ações remotas, automação de políticas e visibilidade total sobre o parque de dispositivos, reduzindo o impacto de perdas e extravios.